sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O livro está pronto

O projeto do livro que motivou este blog  foi concluído.

A oficina Acompanhando o autor prossegue.

Meu compromisso com o Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC), da Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, que aprovou e apoiou o projeto, é oferecê-la até o dia 20 de dezembro.

Prosseguirei nos mesmos moldes, mas com edições mais espaçadas, a fim de que possam ser melhor trabalhadas.

De resto, seguirá os critérios críticos até aqui adotados.

Vejam a capa do livro abaixo. Podem solicitá-lo pelo site da Editora Pontes.

Vejam mais detalhes no folder:


O lançamento ocorrerá em fevereiro, em alguma livraria de Campinas e no Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira.

Meu parceiro de trabalho, o ilustrador Alexandre Tiago, trabalha no Cândido e várias pessoas da instituição vêm acompanhando o processo de produção do livro.

Ambos os eventos ocorrerão próximos, em fevereiro...


Quando estiver com tudo agendado, avisarei pelo blog, pelo Facebook e por e-mails.

O homem que sabia ouvir é o que está no folder:

O romance tem como argumento os obstáculos enfrentados por pessoas menos competitivas em uma sociedade regida pelo pragmatismo.

Mediante o qual vicissitudes individuais têm pouca ou nenhuma importância.

A estrutura narrativa parte de um conto, a cujo enredo se agrega uma série de histórias narradas em formato de fábulas.


O personagem principal é um homem com deficiência cognitiva, que resiste solitário em meio aos turistas e moradores do vilarejo beira-mar onde reside.
 

Apesar das limitações, sobrevive com relativa competência graças à capacidade de ouvir as pessoas.

Tem pouca compreensão das confissões e desabafos daqueles que o escolhem como interlocutor.


Porém só pelo fato de se prestar a ouvi-los é de alguma forma levado em consideração – o que para alguém estigmatizado como ele representa muito.

Apesar de dedicado ouvinte das agruras alheias, é uma pessoa solitária, que tem como únicos companheiros dois animais domésticos.


A narrativa do romance se baseia em duas referências de tempo.


A do momento presente, vinculada ao enredo de um conto que narra situação traumática vivida pelo protagonista, da qual resultará o desfecho do livro.

E a do universo das fábulas (histórias com conteúdo moral e alegórico) por ele rememoradas.

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